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Kit Cantos de Portugal

Uma viagem por Portugal

6 garrafas de 750ml

de R$ 1.003,00 por R$ 899,90

"Dado ao sucesso do kit Cantos e Encantos de Portugal, demos continuidade à experiência de viajar por uma nova composição de regiões de Portugal. É sem dúvida é uma forma deliciosa de acessar sabores característicos e o que há de melhor em cada uma destas regiões." Gonçalo da Cunha Ferreira, sócio da 4U.wine

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"Dado ao sucesso do kit Cantos e Encantos de Portugal, demos continuidade à experiência de viajar por uma nova composição de regiões de Portugal. É sem dúvida é uma forma deliciosa de acessar sabores característicos e o que há de melhor em cada uma destas regiões." Gonçalo da Cunha Ferreira, sócio da 4U.wine

Kit Cantos de Portugal

de R$ 1.003,00 por R$ 899,90
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Vinho Tinto Casa Cadaval Vinhas Velhas 2016

Casa Cadaval Vinhas Velhas

Portugal - Tejo

Único, Complexo e Elegante

  • Tinto

    13.5%

  • Trincadeira Preta

  • Borgonha

    17 a 18°C

Maria Emília Atallah não poupa palavras para descrever este vinho: “Um nariz altamente sedutor, com ataque de cerejas bem maduras e compota de morangos! Uma verdadeira caixa de especiarias contendo cravo, canela e gengibre ainda com notas de café e de cedro!” Dirceu Vianna Jr. considera o bouquet puro e atraente combinando aromas intensos de frutas negras, chocolate, ervas mediterrâneas e especiarias doces. Nuno Cancela de Abreu abrevia classificando-o como um vinho de aroma limpo, repleto de sugestões de frutos maduros. Manuel Vieira conclui esta viagem pelo perfil aromático do vinho descrevendo notas de frutos vermelhos e pretos, chocolate, especiarias e ligeiro vegetal que lhe dá frescor! Na boca “um vinho muito redondo, com frescor equilibrado, um convite certo a vários goles” sugere Maria Emília enquanto Dirceu reforça esta opinião ao sentenciar: “Uma boa concentração de fruta sustentada por uma estrutura sofisticada levando a um final de boca atraente, com bela complexidade que satisfaz e ajuda provocar o próximo gole!” Manuel Vieira chama a atenção para uma sofisticada componente ligeiramente vegetal que lhe dá frescor. Nuno considera os taninos firmes com a madeira bem integrada. Em jeito de resumo, Dirceu considera que este vinho tem um corpo médio, bastante maduro, frutado, suculento e vibrante!

Este vinho é de excelente qualidade podendo ser apreciado sozinho ou acompanhando carnes leves, queijo suaves, massas e risotos. Para Maria Emília Atallah: “Um vinho que abraça e que também pede pratos com esse mesmo espírito de cozinha caseira, confortável, idealmente a base de carnes. Quando cozidas em fogo lento, como um picadinho de avó ou até um tradicional barreado, caem super bem com o aconchego desse vinho. Algo mais contemporâneo, como carnes de caça, também funcionam lindamente. Molhos frutados são uma ótima ideia, como sobrecoxa de pato ao molho de framboesas, por exemplo.”

Vinícola Casa Cadaval

Enólogos Raquel Santos e Mário de Andrade

País Portugal

Região/Sub-região Tejo, Almeirim

Fatos interessantes Trata-se de um vinhedo de vinhas velhas ou “bush vines” sem irrigação (o que implica em uma baixa produção com alta concentração da fruta) e de solos arenosos (que realçam os aromas) provenientes do rio Tejo, uma expressão do terroir!

Notas dos enólogos De aroma complexo, percebe-se cassis, frutos vermelhos maduros e alguma especiaria com presença de notas de cedro e algum balsâmico. Harmoniza bem como carneiro assado, pratos de carne delicados e queijos. Se este vinho pudesse ser resumido em 3 palavras: único, complexo e elegante.

Casta 100% Trincadeira Preta

Contribuição da casta para a personalidade do vinho A Trincadeira Preta é uma casta que, quando bem maturada produz vinhos elegantes, aromas de fruta vermelha e por vezes compota e que evolui numa excelente complexidade. A Casa Cadaval está implantada em solos de areia, chamadas de areias gordas, onde esta casta se adapta muito bem.

Idade média das videiras 70 anos

Tipo de viticultura Sustentável

Área da propriedade 5 hectares

Área de vinhedos 45 hectares

Área do vinhedo específico 2,5 hectares

Rendimento 1.800 litros/hectare

Condições climáticas e seus feitos sobre a safra Ano quente e seco, com boa amplitude térmica, maturação equilibrada, que contribuiram para a presença de aromas elegantes de fruta mais madura.

Data da colheita 25/08/2016

Tipo de colheita Manual

Horário da colheita Diurno

Fatores condicionantes Para preservar a identidade da casta, após a colheita manual, a fermentação decorre em lagares com temperatura controlada e seguido para um estágio em barricas de carvalho francês de 500 litros de 2o ano.

Fatos vitícolas interessantes Os solos arenosos que em profundidade apresentam alguma argila, permitem ter água em anos mais secos. Sendo uma vinha arbusto, a poda é feita de maneira seletiva, planta a planta. O rendimento é bastante baixo (2 ton/ha) por ser uma vinha velha e de sequeiro, numa zona de clima quente e seco.

Métodos de vinificação Fermentação em lagares com temperatura controlada por cerca de 2 semanas.

Amadurecimento Em barricas de carvalho francês (500 litros), de 2o ano de uso, de tosta média, por 12 meses e estágio em garrafas por 12 meses (engarrafado em 08/2018).

Fermentação malolática Sim, sem adição de bactérias.

Volume 750ml

Potencial de guarda 10 anos

VINHO BRANCO PORTUGUÊS MONTE DO ZAMBUJEIRO 2018

Monte do Zambujeiro

Portugal - Alentejo

Aromático, Harmonioso e Consensual

  • Branco

    13.5%

  • Antão Vaz, Arinto

  • Riesling/ Bordeaux

    6 a 8°C

“Um vinho cheio de energia com aromas jovens, vibrantes e precisos de frutas como maçã, pera, toranja e elegantes notas florais” para Dirceu Vianna Jr., que também o considera na boca um vinho com “bom corpo, exuberante e belo frescor que assegura harmonia e final de boca prazeroso e persistente”. Na opinião de Manuel Vieira é um vinho de nariz discreto, com aromas de frutos brancos ou, como diz Nuno Cancela de Abreu, “sutis”. Mas ambos são unânimes em considerá-lo como possuidor de uma excelente boca, com ataque volumoso e denso, aromas de fruta madura e boa acidez. Maria Emília Atallah é mais expansiva e nota belíssimos tons de ouro antigo, aromas povoados de notas adocicadas, com frutas da família dos frutos brancos, como a pera madura, lã molhada e um discreto floral. “Na boca, um vinho que inspira tradição, com certo calor do Alentejo e boa presença”. Arremata determinada: “No nariz, este vinho já anuncia: sou português!”

Este vinho é de excelente qualidade podendo ser apreciado sozinho ou acompanhando saladas, massas, frutos do mar e aperitivos. Para Maria Emilia Atallah, por ser um branco com mais corpo e untuosidade, sustenta bem pratos mais estruturados. Queijos no geral, especialmente os amarelos (emmenthal, gruyère) e cremosos (brie, saint paulin, reblochon). Peixes e frutos do mar com molhos à base de creme, são grandes parceiros aqui, como bacalhau nas natas, lagosta ao thermidor, bobó de camarão. Até uma pizza à portuguesa vem como uma harmonização inusitada e feliz! Para os veggies, couve-flor gratinada: perfeito!

Vinícola Quinta do Zambujeiro

Enólogo Luis Lourinho e Alain Bramaz

País Portugal

Região Alentejo

Fatos interessantes Vindima manual e método de produção sustentável. São vinhos de terroir, onde a grande preocupação é potencializar no copo as melhores características da região.

Notas do enólogo Aromático devido a complexidade de aromas das castas Arinto e Antão Vaz e que acabam por conferir aromas cítricos, de frutos tropicais e até nuances de notas vegetais. Harmonioso por ser um vinho envolvente, com uma acidez natural bastante bem integrada que manifesta um frescor muito agradável em um vinho bastante equilibrado, elástico. Consensual por sua versatilidade que agrada os mais diferentes palatos. Se este vinho pudesse ser resumido em 3 palavras: aromático, harmonioso e consensual.

Castas 50% Arinto, 50% Antão Vaz

Contribuição das castas para a personalidade do vinho O Antão Vaz confere a fruta, a doçura equilibrada pela acidez cítrica do Arinto.

Idade média das videiras 15 anos

Tipo de viticultura Sustentável utilizando vários princípios orgânicos

Área da propriedade 40 hectares

Área de vinhedos 30 hectares

Área do vinhedo específico 30 hectares (single vineyard)

Rendimento 4.000 litros/hectare

Condições climáticas e seus feitos sobre a safra A influência da Serra d' Ossa e a altitude das vinhas (400m) fornecem um microclima ideal para a maturação lenta das uvas.

Data da colheita 09/2018

Tipo de colheita Manual

Horário da colheita Diurno

Fatores condicionantes As práticas vitícolas são sempre orientadas para garantir a melhor qualidade da matéria prima, respeitando o lema da nossa casa : "each drop a drop of perfection".

Fatos vitícolas interessantes Como são vinhos de terroir, todas as variáveis bioclimáticas influenciam a qualidade do produto final, de forma a garantir a personalidade de todas as castas, para que no fim seja possível produzir o melhor lote na adega.

Métodos de vinificação As uvas são prensadas e fermentadas em inox para potencializar o perfil aromático das castas, o frescor e a acidez.

Amadurecimento Em cubas de inox por 2 a 3 meses (engarrafado em 01/2019)

Volume 750ml

Potencial de guarda 3 anos

VINHO TINTO PORTUGUES GANDARADA RESERVA 2017

Gandarada Reserva

Portugal - Dão

Completo, Suave e Gastronômico

  • Tinto

    13%

  • Alfrocheiro, Tinta Roriz, Touriga Nacional

  • Borgonha

    16 a 18°C

Quem já visitou a região do Dão vai logo reconhecer aqui o terroir, assevera Maria Emilia Atallah e explica: “Um nariz que remete às florestas de eucaliptos que circundam os vinhedos e toques mentolados, são a primeira impressão. Seguem-se frutos vermelhos maduros e especiarias. Na boca, os aromas confirmam-se, mas de forma mais intensa. Taninos muito aveludados, mas bem presentes, essenciais como esqueleto do vinho.” Dirceu Vianna Jr. considera o vinho um excepcional exemplo do que a região do Dão é capaz: “Um vinho que combina estrutura e elegância suprema. A cor é opaca com tons rubi jovens e vibrantes. No nariz oferece notas de amoras silvestres, violeta e terra molhada. Na boca é um vinho redondo, frutado, suculento, com taninos sofisticados e muito bem casados, juntamente com delicioso frescor típico dos grandes vinhos dessa região. Sedoso, puro, com muita classe e persistência no final de boca.” E para terminar Manuel Vieira foi conciso, ao definir o aroma do vinho como muito floral, com suaves notas de violeta e uma boca limpa e elegante, reforçando ainda mais as notas florais sentidas no nariz: “Um vinho em que a elegância do Dão está no seu máximo expoente!”

Este vinho é de excelente qualidade podendo ser apreciado sozinho ou acompanhando carnes grelhadas, carnes em molhos, peixes mais fortes e massas. Para Maria Emilia Atallah, carnes com molhos e receitas mais ricas em ingredientes e ervas são boas pedidas. Picadinho, strogonoff, carne de panela: receitas desse tipo tendem a ganhar com esse vinho mais estruturado e perfumado.

Vinícola Boas Quintas

Enólogo Nuno Cancela de Abreu

País Portugal

Região Dão

Fatos interessantes A família Cancela de Abreu produz vinho na Quinta da Gandarada há quatro gerações com a personalidade e a elegância dos grandes vinhos do Dão. O enólogo Nuno Cancela de Abreu herdou a responsabilidade de respeitar o legado dos seus avós.

Notas do enólogo De cor rubi carregado, aroma de frutos vermelhos maduros, ligeiro tabaco e café (moca), vinho encorpado com taninos suaves, confirma a fruta encontrada no aroma, uma agradável sensação de frescura e um ligeiro toque a madeira, final de boca complexo, suave e agradável. Sugestões para acompanhar: carnes grelhadas com molhos ou com ervas, strogonoff. Se este vinho pudesse ser resumido em 3 palavras: completo, suave e gastronômico.

Castas 60% Touriga Nacional, 20% Alfrocheiro, 20% Tinta Roriz

Contribuição de cada casta para a personalidade do vinho A Touriga Nacional a cor intensa, aromas de violeta e frutos pretos bem maduros, taninos macios mas volumosos. O Alfrocheiro os aromas florais e frutos vermelhos mais frescos e a Tinta Roriz os aromas de feno e frutos vermelhos, taninos mais robustos que dão volume ao vinho.

Idade média das videiras 30 anos

Tipo de viticultura Sustentável

Área da propriedade 12 hectares

Área de vinhedos 10 hectares

Área do vinhedo específico 10 hectares (single vineyard) Rendimento 6.000 litros/hectare

Condições climáticas e seus feitos sobre a safra Em 2017 o inverno foi moderadamente chuvoso e a primavera seca, sem chuvas. O baixo teor de humidade do ar evitou os ataques de fungos facilitando o controle das doenças. As condições climáticas no verão com temperaturas altas e a ausência de precipitação incentivaram a maturação das uvas com excelentes condições. A amplitude térmica importante que se observou entre a noite e o dia foi particularmente favorável á síntese de precursores de aromas.

Data da colheita 12/09/2017

Tipo de colheita Manual

Horário da colheita Diurno

Fatores condicionantes Controlar a maturação das diferentes castas e só vindimar quando estão no ponto certo tirando partido de cada uma delas segundo o sua contribuição para o vinho final.

Fatos vitícolas interessantes No final do século XIX, o Rei D. Manuel II passou pelas terras de Mortágua tendo ficado hospedado na casa de João Tavares Festas, bisavô de Nuno Cancela de Abreu, que hoje representa a 4a geração na família a produzir vinho na região do Dão. O Rei, grande apreciador da natureza e pescador nato, acompanhou o seu anfitrião na pesca de trutas na ribeira de Mortágua. Reza a história que foi nessa ocasião que Sua Majestade aconselhou João Tavares Festas a plantar vinha e produzir vinho para exportar para o Brasil, país com grande potencial de consumo de vinho português. Depois desta conversa foram plantadas vinhas e produzidos vinhos que vieram a ser exportados para o Brasil.

Métodos de vinificação Controle rigoroso da maturação das uvas, colheita manual e transporte rápido para a adega. Contato pelicular de 2 dias a frio, fermentação entre 23 e 24oC com remontagens suaves. Como o clima não permite uma boa maturação das grainhas no primeiro dia de fermentação fazemos uma delestage e retiramos todas as grainhas evitando assim a passagem dos taninos adstringentes e amargos nelas existentes. Após a fermentação maloláctica (em cubas de inox) e o inverno, o vinho encontra-se em condições para o início do estágio em madeira.

Fermentação malolática Sim, sem adição de bactérias

Amadurecimento Em barricas de carvalho americano (Bordeaux - 225 litros), novos e de 1 ano de uso, de tosta média, por 9 meses e estágio em garrafa 3 meses (engarrafado em 25/06/2020).

Volume 750ml

Potencial de guarda 7 anos

VINHO BRANCO VARIETAL PORTUGUES MORGADO DE BUCELAS 2019 GARRAFA

Morgado de Bucelas

Portugal - Bucelas

Fresco, Mineral e Crocante

  • Branco

    12.5%

  • Arinto

  • Montrachet/ Bordeaux

    10 a 12°C

Definitivamente um vinho único, onde o terroir é quase “mastigado” a cada gole, deixando claro seu solo de base calcária, resume Maria Emília Atallah, que se sentiu transportada para uma bela praia quando o provou pela primeira vez e confirmou o seu belíssimo frescor e mineralidade. “Final de boca delicioso e salino! Um dos vinhos de melhor relação entre preço e qualidade que degustei há muito, muito tempo!” diz Dirceu Vianna Jr. e empolgado continua: “Jovem, vibrante com aromas elegantes, incluindo pêssego, maça-verde, toranja, casca de laranja, toques florais, especiarias e tons minerais. Na boca exibe excelente textura, boa concentração, acidez viva e refrescante.” Manuel Vieira dá os parabéns ao enólogo por esta obra prima e explica: “Nariz muito delicado e ao mesmo tempo complexo e é na boca que o vinho se exprime melhor, com grande exuberância aromática e um frescor surpreendente! A estrutura da boca é densa e fresca, com grande final.” Por tudo isto, o conselho de Dirceu não podia ser mais claro: “Um vinho para converter pessoas que geralmente não gostam de vinhos brancos e também para quem está cansado de beber Sauvignon Blanc e Chardonnay e quer descobrir algo mais interessante. Sensacional!”

Este vinho é de excelente qualidade podendo ser apreciado sozinho ou acompanhando pratos leves, aperitivos, peixes e frutos do mar. Para Maria Emilia Atallah, tudo que vem do mar, praticamente. Especialmente mariscos, ostras e vieiras. Uma simples massa com lascas de bottarga e limão siciliano já fazem um jantar perfeito! Outra ideia sofisticada e impossível ser mais clássica: blinis com caviar!

Vinícola Boas Quintas

Enólogo Nuno Cancela de Abreu

País Portugal

Região Bucelas

Fatos interessantes A casta Arinto, originária da Região de Bucelas é a base dos vinhos desta região assim como a Esgana Cão e Rabo de Ovelha. Vinhos destas castas caíram em desgraça nos anos 60 a 80 do século passado pela degradação de sua qualidade. Foi o trabalho do enólogo Nuno Cancela de Abreu com o apoio do governo, que iniciou a seleção clonal desta fantástica casta e que a promoveu comercialmente produzindo pela primeira vez um vinho varietal de Arinto, lançado no mercado no ano de 1990. Após o reconhecimento e sucesso, a casta Arinto foi adotada em quase todas as regiões de Portugal, pela sua qualidade aromática muito persistente e pelo seu frescor.

Notas do enólogo Cor citrino, aroma de lima, maça verde e mineral, destaca-se o frescor e a mineralidade no ataque junto ao volume envolvente e a acidez crocante, um final de boca agradável e fresco. Acompanha bem entradas, mariscos, ostras, peixe cozido ou grelhado, pratos frios (saladas) e sushi. Se este vinho pudesse ser resumido em 3 palavras: fresco, mineral e crocante.

Casta 100% Arinto

Contribuição da casta para a personalidade do vinho A casta Arinto tem uma personalidade marcante com a sua acidez citrina natural e muito refrescante. Quanto ao aroma sobressaem os frutos tropicais e o limão que lhe dá uma mineralidade viva.

Idade média das videiras 30 anos

Tipo de viticultura Sustentável

Área da propriedade 4 hectares

Área de vinhedos 3 hectares

Área do vinhedo específico 3 hectares (single vineyard)

Rendimento 6.000 litros/hectare

Condições climáticas e seus feitos sobre a safra O ano de 2019 teve um inverno úmido com chuvas abundantes, uma primavera fresca com precipitação normal e um verão seco com dias quentes e noites frias o que levou a uma maturação muito equilibrada entre o teor alcoólico e acidez.

Data da colheita 16/09/2019

Tipo de colheita Manual Horário da colheita Diurno

Fatores condicionantes A casta, o clima de influência atlântica e o solo calcário.

Fatos vitícolas interessantes Este vinho é definitivamente marcado pela casta e pelo ambiente que a rodeia. A região de Bucelas está perto do mar com uma influência marítima marcante, temperaturas moderadas, noites úmidas e frias que promovem a síntese de ácidos. O solo argilo-calcário de pH alcalino alto, acima dos 8, compara-se aos solos das mais importantes regiões européias de vinhos brancos como o Champagne e Val de Loire na França ou Xerés na Espanha.

Métodos de vinificação Prensagem direta da uva com proteção de azoto para evitar a oxidação. O mosto refrigerado é limpo antes de iniciar a fermentação que decorreu a 18oC até terminar o desdobramento do açucar em álcool.

Fermentação malolática Não

Amadurecimento Em tanques de aço inoxidável decorreu de setembro a abril com batonage para repor as lias em contato com o vinho de forma a se decomporem e diluírem as manoproteínas e outros compostos, aumentando o volume de boca e a complexidade (engarrafado em 19/06/2020).

Volume 750ml

Potencial de guarda 5 anos

VINHO TINTO ORGANICO PORTUGUES BOTE BEIRA INTERIOR BIO 2018

Bote Sailing Boat DOC Bio

Portugal - Beira Interior

Aromático, Elegante e Fresco

  • Tinto

    13.5%

  • Rufete, Tinta Roriz

  • Bordeaux

    17°C

Dirceu Vianna Jr. gosta de explicar a origem dos vinhos, já que é um fator com um peso determinante na definição das suas qualidades. Neste caso, um vinho oriundo de uma vinha antiga de uma região menos conhecida, a Beira Interior, muitas vezes esquecida, plantado no modo orgânico. Devido à altitude desta região o frescor é o seu principal atributo! E continua Dirceu: “Os vinhedos velhos conferem ao vinho ótima concentração, incluindo notas de frutas vermelhas como cerejas, frutas pretas como amoras, tons florais de violeta. Um vinho de corpo médio e muito bem estruturado, com taninos macios, perfeito para pessoas que apreciam vinhos elegantes!” Maria Emília Atallah define-o como “quente”, com frutas bem maduras no olfato, como amoras em compota, interessantes notas iodadas e um fundo balsâmico. Percebe-se também certo floral e toques tostados, como café. A boca confirma o mesmo frutado do nariz, com final bem presente. Tem boa acidez para manter o frescor e taninos macios. Nuno Cancela de Abreu concorda, ao afirmar que nota no vinho frutos vermelhos maduros que lembram balas toffees e cereja, taninos aveludados, bom final. Termina afirmando: ”muito fácil de beber!”

Este vinho é de excelente qualidade podendo ser apreciado sozinho ou acompanhando carnes de longo cozimento, queijos suaves, massas e risotos. Para Maria Emília Atallah, este vinho leva a uma certa sensação de "doçura”, devido à maciez de textura. Sendo assim, encare pratos mais estruturados, que crescem com essas características. Carnes bovinas e suínas de longo cozimento vão muito bem. Podemos citar um perfumado Cassoulet, um ossobuco com risoto de açafrão, ou lasanha à bolonhesa.

Vinícola Casca Wines

Enólogo Hélder Cunha

País Portugal

Região Beira Interior

Fatos interessantes Casca Wines é um projeto de enólogos e especialistas em vinho que decidiram criar uma marca de vinho português que busca renovar a cultura única de Portugal na criação de vinhos. Tudo começou na micro-região de Colares, na serra de Sintra, o ponto mais ocidental da Europa continental, onde grandes produtores de vinho foram desafiados pelos ventos atlânticos por mais de 900 anos. A filosofia da empresa é buscar as melhores uvas e aprender, combinando o modern “know-how”, tecnologia e design.

Notas dos enólogos Para acompanhar o enólogo sugere um peixe gordo, com sabor e elege um bacalhau à lagareiro. Se este vinho pudesse ser resumido em 3 palavras: aromático, elegante e fresco.

Castas 85% Tinta Roriz, 15% Rufete

Contribuição da casta para a personalidade do vinho A Tinta Roriz traz o aroma frutado, o corpo e a estrutura, a Rufete a elegância e caráter da região.

Idade média das videiras 40% 80 anos e 60% 10 anos

Tipo de viticultura Orgânica

Área da propriedade 50 hectares

Área de vinhedos 30 hectares

Área do vinhedo específico 12 hectares

Rendimento 5.000 litros/hectare

Condições climáticas e seus feitos sobre a safra O clima frio no inverno e quente no verão permite um vinho com caráter, de cor vermelho e com notas de framboesa, alcaçuz e cereja preta no paladar.

Data da colheita 17/09/2018

Tipo de colheita Manual

Horário da colheita Diurno

Fatores condicionantes Vinho produzido com uvas de produção 100% orgânica.

Fatos vitícolas interessantes Vinha a 115 km da Costa Atlântica e a 690m de altitude (40% das uvas provenientes de vinhas com 80 anos de idade, 60% proveniente de vinha de 10 anos), planície em altitude com oscilações entre o muito quente no verão e com vento e com neve no inverno.

Métodos de vinificação A grande diferença deste vinho é que o período de curtimenta é de apenas 3 a 5 dias garantido assim mais fina, elegante estrutura e aromas frutados.

Fermentação malolática Sim

Amadurecimento Em tanques de aço inoxidável e em barricas de carvalho francês (Bordeaux - 225 litros), com mais de 5 anos de uso, de tosta média, por 6 meses e em garrafa por 2 meses (engarrafado em 03/2019).

Volume 750ml

Potencial de guarda 3 anos

Quinta da Giesta 2019 -  4u-wine.myshopify.com

Quinta da Giesta

Portugal - Dão

Frutado, Fresco e Gastronômico

  • Rosé

    13%

  • Touriga Nacional

  • Borgonha

    12°C

Jovem e atraente cor rosa salmão de média intensidade. Os aromas são discretos e elegantes apresentando notas de framboesa, cereja, tangerina e casca de citrinos. Dirceu Vianna Jr. revela assim o entusiasmo que sentiu ao provar este rosé feito de Touriga Nacional. E continua: “na boca é seco, redondo, com bela pureza de fruta, maravilhosa textura cremosa e um agradável final refrescante.” Manuel Vieira reforça a opinião de Dirceu ao afirmar que o nariz deste rosé prima pela elegância e por uma certa austeridade de grande nobreza e que na boca mantém o mesmo registo, revelando excelente harmonia entre todos os seus componentes, como os aromas de frutos vermelhos, alegrados por algumas notas cítricas, apoiadas por um frescor e cremosidade muito bem integrados. Conclui: “É um rosé de grande estilo, apoiado nas qualidades reconhecidas da Touriga Nacional!”

Este vinho é de excelente qualidade podendo ser apreciado sozinho ou acompanhando pratos leves e vegetarianos, massas e saladas, queijos leves, peixes, frutos do mar, comida asiática e mediterrânea, pizza. Para Maria Emília Atallah, o diferencial deste vinho é poder participar desde o início até o final da refeição. Sozinho ele se basta, não precisa de comida! Um vinho para se apreciar dia e noite adentro, é versátil, para pratos coloridos de sabor mediterrâneo, como uma salada caprese com pesto e abobrinha, um gratin de aspargos com manjericão e bruschettas de queijo de cabra com compota de framboesas e pimenta rosa. Um paraíso para vegetarianos! Também perfeito e refrescante com um bom bobó de camarão com mandioquinha e lascas de coco ou um clássico steak tartar.

Vinícola Boas Quintas

Enólogo Nuno Cancela de Abreu

País Portugal

Região Dão

Fatos interessantes O enólogo conta que quando vinificou este vinho pela primeira vez, chamaram-no de doido. Felizmente os tempos mudaram e hoje o rosé é considerado um vinho de primeira e consumido naturalmente por muitos consumidores com grande satisfação.

Notas do enólogo Este vinho tem uma cor rosada e um aroma cativante de frutos vermelhos como o morango e a framboesa. Na boca há a confirmação desses frutos vermelhos, do frescor próprio da região do Dão junto com um final suave e agradável que sugere o seu consumo junto de uma piscina, como aperitivo, na companhia de pratos asiáticos ou mediterrâneos como saladas, pastas e pizzas. Se este vinho pudesse ser resumido em 3 palavras: frutado, fresco e gastronômico.

Casta 100% Touriga Nacional

Contribuição da casta para a personalidade do vinho A Touriga Nacional por si só tem tudo o que podemos querer para fazer um rosé fantástico: fruta, frescor, corpo macio, consistência aromática e no sabor.

Idade média das videiras 30 anos

Tipo de viticultura Sustentável (A Quinta da Giesta tem o compromisso com os valores e políticas orientadas segundo a iniciativa europeia Business & Biodiversity)

Área da propriedade 14 hectares

Área de vinhedos 12 hectares

Área do vinhedo específico 5 hectares (single vineyard)

Rendimento 6.000 litros/hectare

Condições climáticas e seus feitos sobre a safra A safra de 2019 teve um inverno muito seco, chuvas intensas em abril, um verão muito seco e quente que provocaram uma vindima precoce. Mesmo com a precocidade da colheita houve tempo para o desenvolvimento dos aromas de frutos vermelhos maduros e exuberantes.

Data da colheita 17/09/2019 Tipo de colheita Manual Horário da colheita Diurno

Fatores condicionantes Controle rigoroso da maturação das uvas e colheita manual são fatores decisivos para a qualidade deste vinho.

Fatos vitícolas interessantes O solo granítico e com alguma argila, marca a mineralidade do vinho. A proximidade da grande barragem da Aguieira influencia o clima e faz com que as noites frescas e úmidas contribuam para a formação de ácidos nas uvas, mantendo o bom equilíbrio com o álcool. A Touriga Nacional tem um ciclo vegetativo longo, propício à formação de aromas consistentes. A condução das videiras com boa exposição solar a sul também ajuda nesse propósito.

Métodos de vinificação Contato com as películas de 4 horas, limpeza do mosto seguido de uma fermentação lenta a 16o C para preservar os aromas limpos e frutados. Uso de nitrogênio nas cubas para evitar as oxidações.

Fermentação malolática Não

Amadurecimento Em tanques de aço inoxidável de setembro à março com batonage todas as semanas para dar volume e complexidade ao vinho.

Volume 750ml

Potencial de guarda 2 anos

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