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Kit Aventure-se!

Chegou o inverno e muita gente pensa que é época de beber vinho tinto. Mas na verdade pode-se pensar de forma diferente, esta pode ser também uma época maravilhosa para saborear um branco simplesmente por ser um vinho mais versátil, que combinará melhor com mais tipos de pratos. Um rosé? Por que não? 

6 garrafas de 750ml

de R$ 954,00 por R$ 831,00

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Câmbio Blanc de Noir 2019

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Portugal - Tejo

Identidade, Exuberância e Amplitude

  • Branco

    12.5%

  • Tempranillo

  • Bordeaux

    10°C

Um vinho branco feito de uvas tintas, jovial, com notas de pêssego, nectarina, framboesa e notas tropicais intensas, segundo Dirceu Vianna Jr. Para Nuno Cancella de Abreu vale falar do pendor de frutos tropicais, mas acrescenta lichias maduras e um certo floral. Manuel Vieira também está de acordo na componente de frutos tropicais evidentes no nariz, mas junta pêssego ao conjunto muito rico de aromas deste surpreendente vinho. Nuno nota que a boca é volumosa, com acidez moderada, num conjunto que surpreende com um final muito agradável. Manuel Vieira considera que há um ataque marcante, com a densidade que lhe é dado pelo fato de ser feito de uvas tintas, unindo o sabor de um branco com notas de um tinto, de forma muito harmoniosa e com frescor devido a a acidez no ponto!

Este vinho é de excelente qualidade podendo ser apreciado sozinho ou acompanhando pratos leves, vegetarianos, sushi, massas, risotos, saladas, carnes leves grelhadas pouco condimentadas. Para Maria Emilia Atallah, este branco com alma tinta pede acompanhamentos gastronômicos! Podemos ser criativos e até partir para pratos supostamente estruturados demais para brancos “comuns”. Carnes cruas, friturinhas à base de carnes e pratos com encontro “terra e mar” no geral são boas pedidas. Algumas ideias: steak tartar, carpaccio de magret de pato, um clássico bolinho de carne seca com mandioca, vieiras grelhadas com presunto cru. “Definitivamente um branco para se ousar e impressionar na cozinha!”

Vinícola Pitada Verde

Enólogo João Pedro Batista

País Portugal

Região/Sub-região Tejo/Cartaxo

Fatos interessantes Esta é a segunda safra desse que é um vinho branco produzido exclusivamente com uvas tintas da casta Tempranillo nome que o produtor escolhe para a casta que é também chamada de Aragonês e Tinta roriz. Praticamente incolor, este vinho alia a grandeza de um vinho tinto à elegância de um vinho branco.

Notas do enólogo É um vinho exuberante aromaticamente onde se denota lichia e pera. Na prova é longo, sério e com acidez certa. Vinho amplo gastronomicamente, podendo acompanhar sushi, massas, risotos, carnes grelhadas pouco condimentadas ou mesmo um carneiro assado no forno a baixa temperatura. Se este vinho pudesse ser resumido em 3 palavras: identidade, exuberância e amplitude.

Casta 100% Tempranillo
 

Contribuição da casta para a personalidade do vinho A Tempranillo é uma uva utilizada normalmente para a produção de vinhos tintos, mas por ser uma casta não tintureira (de polpa branca), o mosto é separado da película e obtendo-se o vinho branco.

Idade média das videiras 30 anos

Tipo de viticultura Proteção integrada, onde são utilizadas a fauna e flora adjacente para minorizar a aplicação de químicos. Análises do solo são realizadas para comprovar a não existência de substâncias químicas não autorizadas.

Área da propriedade 23 hectares

Área de vinhedos 23 hectares

Área do vinhedo específico 4 hectares (single vineyard)

Rendimento 1.500litros/hectare

Condições climáticas e seus feitos sobre a safra Ano muito quente e seco, de maturação difícil no início no entanto, a paciência da espera traduziu-se em equilíbrio com o amainar das temperaturas.

Data da colheita 08/09/2018

Tipo de colheita Mecânica

Horário da colheita Noturno

Fatores condicionantes Mobilização do solo ao invés do uso de herbicidas, para o controle de pragas (fertilização 100% orgânica - uso de estrumes animais), desfolha das videiras a partir do pintor para penetração do ar e luz no interior da planta.

Fatos vitícolas interessantes A propriedade tem solo aluvião e a proximidade com o rio Tejo diminui as amplitudes térmicas.

Métodos de vinificação Apenas o mosto originado na vindima mecânica e no transporte das uvas é utilizado para a produção deste vinho. Este é sangrado do reboque até a chegada da adega (sendo aplicado gelo seco para evitar oxidações), clarificado estaticamente e fermentado por 20 dias a baixa temperatura - “unoaked”.

Fermentação malolática Não

Amadurecimento Em tanques de aço inoxidável por 7 meses, estágio em garrafa por 5 meses (engarrafado em 03/2019).

Volume 750ml

Potencial de guarda 2 anos

Quinta da Giesta 2019

Quinta da Giesta 2019

Portugal - Dão

Frutado, Fresco e Gastronômico

  • Rosé

    13%

  • Touriga Nacional

  • Borgonha

    12°C

Jovem e atraente cor rosa salmão de média intensidade. Os aromas são discretos e elegantes apresentando notas de framboesa, cereja, tangerina e casca de citrinos. Dirceu Vianna Jr. revela assim o entusiasmo que sentiu ao provar este rosé feito de Touriga Nacional. E continua: “na boca é seco, redondo, com bela pureza de fruta, maravilhosa textura cremosa e um agradável final refrescante.” Manuel Vieira reforça a opinião de Dirceu ao afirmar que o nariz deste rosé prima pela elegância e por uma certa austeridade de grande nobreza e que na boca mantém o mesmo registo, revelando excelente harmonia entre todos os seus componentes, como os aromas de frutos vermelhos, alegrados por algumas notas cítricas, apoiadas por um frescor e cremosidade muito bem integrados. Conclui: “É um rosé de grande estilo, apoiado nas qualidades reconhecidas da Touriga Nacional!”

Este vinho é de excelente qualidade podendo ser apreciado sozinho ou acompanhando pratos leves e vegetarianos, massas e saladas, queijos leves, peixes, frutos do mar, comida asiática e mediterrânea, pizza. Para Maria Emília Atallah, o diferencial deste vinho é poder participar desde o início até o final da refeição. Sozinho ele se basta, não precisa de comida! Um vinho para se apreciar dia e noite adentro, é versátil, para pratos coloridos de sabor mediterrâneo, como uma salada caprese com pesto e abobrinha, um gratin de aspargos com manjericão e bruschettas de queijo de cabra com compota de framboesas e pimenta rosa. Um paraíso para vegetarianos! Também perfeito e refrescante com um bom bobó de camarão com mandioquinha e lascas de coco ou um clássico steak tartar.

Vinícola Boas Quintas

Enólogo Nuno Cancela de Abreu

País Portugal

Região Dão

Fatos interessantes O enólogo conta que quando vinificou este vinho pela primeira vez, chamaram-no de doido. Felizmente os tempos mudaram e hoje o rosé é considerado um vinho de primeira e consumido naturalmente por muitos consumidores com grande satisfação.

Notas do enólogo Este vinho tem uma cor rosada e um aroma cativante de frutos vermelhos como o morango e a framboesa. Na boca há a confirmação desses frutos vermelhos, do frescor próprio da região do Dão junto com um final suave e agradável que sugere o seu consumo junto de uma piscina, como aperitivo, na companhia de pratos asiáticos ou mediterrâneos como saladas, pastas e pizzas. Se este vinho pudesse ser resumido em 3 palavras: frutado, fresco e gastronômico.

Casta 100% Touriga Nacional

Contribuição da casta para a personalidade do vinho A Touriga Nacional por si só tem tudo o que podemos querer para fazer um rosé fantástico: fruta, frescor, corpo macio, consistência aromática e no sabor.

Idade média das videiras 30 anos

Tipo de viticultura Sustentável (A Quinta da Giesta tem o compromisso com os valores e políticas orientadas segundo a iniciativa europeia Business & Biodiversity)

Área da propriedade 14 hectares

Área de vinhedos 12 hectares

Área do vinhedo específico 5 hectares (single vineyard)

Rendimento 6.000 litros/hectare

Condições climáticas e seus feitos sobre a safra A safra de 2019 teve um inverno muito seco, chuvas intensas em abril, um verão muito seco e quente que provocaram uma vindima precoce. Mesmo com a precocidade da colheita houve tempo para o desenvolvimento dos aromas de frutos vermelhos maduros e exuberantes.

Data da colheita 17/09/2019 Tipo de colheita Manual Horário da colheita Diurno

Fatores condicionantes Controle rigoroso da maturação das uvas e colheita manual são fatores decisivos para a qualidade deste vinho.

Fatos vitícolas interessantes O solo granítico e com alguma argila, marca a mineralidade do vinho. A proximidade da grande barragem da Aguieira influencia o clima e faz com que as noites frescas e úmidas contribuam para a formação de ácidos nas uvas, mantendo o bom equilíbrio com o álcool. A Touriga Nacional tem um ciclo vegetativo longo, propício à formação de aromas consistentes. A condução das videiras com boa exposição solar a sul também ajuda nesse propósito.

Métodos de vinificação Contato com as películas de 4 horas, limpeza do mosto seguido de uma fermentação lenta a 16o C para preservar os aromas limpos e frutados. Uso de nitrogênio nas cubas para evitar as oxidações.

Fermentação malolática Não

Amadurecimento Em tanques de aço inoxidável de setembro à março com batonage todas as semanas para dar volume e complexidade ao vinho.

Volume 750ml

Potencial de guarda 2 anos

VINHO Português BRANCO AREGOS GRANDE ESCOLHA 2018

Arêgos Grande Escolha 2018

Portugal - Vinhos Verdes

Elegante, Harmonioso e Equilibrado

  • Branco

    13%

  • Avesso

  • Bordeaux

    10 a 12°C

Didático como sempre, Dirceu Vianna Jr. apresenta este vinho monovarietal da casta Avesso, oriundo da região dos Vinhos Verdes: “É uma casta rara, desconhecida e difícil de lidar, mas quando plantada no terroir correto e bem tratada, pode originar vinhos de grande classe e capacidade de envelhecer. Esse vinho é um dos melhores exemplos que eu já tive a oportunidade de degustar! Muito elegante com aromas de frutas cítricas e detalhes de frutas tropicais. Um vinho puro, preciso, com textura sedosa, certa mineralidade e salinidade. Um final de boca longo, refrescante e delicioso.” Maria Emília Atallah é peremptória: “Tudo que um bom Vinho Verde deve apresentar! No nariz, frutas tropicais, como abacaxi bem maduro e suculento. Em boca tem ataque muito fresco e salino, terminando o gole com uma sensação azedinha cativante! Muito convidativo em um dia de calor, antes da refeição, ou durante! Verdadeiramente versátil!” Tanto Nuno Cancela de Abreu como Manuel Vieira deram mais importância à boca, em detrimento do nariz. Consideram que tem uma excelente acidez, evidenciando o frescor, o bom volume, a fruta marcada pelo abacaxi e frutos tropicais (Nuno). Bela boca, fresca e consistente, com volume, notas de ananás, um vinho com excelente equilíbrio e com ótimo final (MV). Quem conclui é Manuel Vieira: “Aqui a boca é que vale! Exemplo do que é um grande Vinho Verde da casta Avesso!”

Este vinho é de excelente qualidade podendo ser apreciado sozinho ou acompanhando saladas, massas, frutos do mar e aperitivos. Para Maria Emilia Atallah, é um par perfeito para sushis, sashimis e outros pratos leves da culinária nipônica. Ostras e mariscos e outros ingredientes ricos em umami caem muito bem. Outra dica são receitas vegetarianas com toques ácidos, como saladas variadas e legumes crus.

Vinícola Álvaro Monteiro Ribeiro

Enólogo Fernando Moura

País Portugal

Região/Sub-região Vinho Verde/Baião

Fatos Interessantes Para o enólogo, a Avesso é uma casta com muita potencialidade e que precisa ser mais trabalhada. Produzir esse vinho seria então uma oportunidade de dar a conhecer esta casta ao mundo.

Notas do enólogo Um vinho que exprime na plenitude as características da casta. A safra de 2018 tem uma cor citrina com aromas citrinos com casca de laranja e alguns frutos secos provenientes de sua evolução de quase 2 anos. Gastronômico, acompanha bem sushi, peixes e mariscos mas também, e para fugir da tradição, o enólogo sugere harmonizar com bacalhau e carne vermelha como uma vitela grelhada por ser um vinho branco com mais estrutura. Se este vinho pudesse ser resumido em 3 palavras: elegante, harmonioso e equilibrado.

Casta 100% Avesso

Contribuição da casta para a personalidade do vinho A Avesso produz vinhos muito aromáticos, encorpados e com uma alta potencialidade de envelhecimento. Nesta safra, sente-se bem os aromas citrinos com casca de laranja e alguns frutos secos.

Idade média das videiras 20 anos

Tipo de viticultura Sustentável

Área da propriedade 5 hectares

Área de vinhedos 3 hectares (em diferentes parcelas e altitudes)

Área do vinhedo específico 1,6 hectares

Rendimento 5.000 litros/hectare

Condições climáticas e seus feitos sobre a safra Clima com marcada influência Atlântica. A região sofre com invernos muitos frios e verões muito quentes o que associado às características da casta Avesso origina vinhos estruturados e com força alcoólica.

Data da colheita 14/09/2018

Tipo de colheita Manual

Horário da colheita Diurno

Fatores condicionantes A casta para exprimir todo o seu potencial, necessita de 3 fatores naturais: terrenos abrigados e voltados a sul/poente (em forma de concha), terreno granítico, bem drenado embora com alguma retenção de água que lhe é conferida por alguma argila a mistura e por fim, a vindima, deverá ocorrer sem chuvas. Este vinho é proveniente de solos que reúnem todas estas condições. Na adega adotamos uma enologia minimalista ( leveduras maioritariamente indígenas e pouca fadiga nos vinhos).

Fatos vitícolas interessantes Os solos são pobres em matéria orgânica e de origem granítica. A idade da vinha permite obter vinhos com melhor estrutura e mineralidade. Não usamos herbicidas e usamos somente produtos permitidos em produção integrada (mais amigos do homem e do meio ambiente). A altitude das vinhas é de cerca de 250m, ideal para a produção e desenvolvimento da casta Avesso.

Métodos de vinificação As uvas são colhidas manualmente em caixas de 18kg nas primeiras horas da manhã para evitar os picos de calor. Chegadas a adega, as uvas são transportadas em tapete rolante para uma prensa pneumática. A prensagem é suave, exercida sobre a uva inteira e após o vinho flor é enviado para uma cuba de fermentação. Passadas 24 horas ou mais, o vinho é transfegado para outro depósito onde irá ocorrer a fermentação à temperatura controlada de 18/20oC.

Amadurecimento Em tanques de aço inoxidável por 6 meses (engarrafado em 02/2019).

Volume 750ml

Potencial de guarda 5 anos

VINHO TINTO PORTUGUES TEJO BRIDAO PRIVATE COLLECTION 2016

Bridão Private Collection 2016

Portugal - Tejo

Intenso, Genuíno e Autêntico

  • Tinto

    14.5%

  • Alicante Bouschet, Touriga Nacional

  • Bordeaux

    16 a 18°C

“Vinho com origem na Região do Tejo, sub-região do Cartaxo, vibrante e jovem com uma cor rubi profunda”, na definição de Dirceu Vianna Jr.. Maria Emília Atallah e Manuel Vieira concordam. “O nariz remete, inicialmente, a ervas da família do alecrim, abrindo para notas de violeta, típicas da Touriga Nacional.” (Maria Emília) “Também inclui notas atraentes de frutos vermelhos com cerejas e amoras.” (Dirceu). “Na boca é encorpado, redondo, com frutos maduros e suculentos intensos, combinados com estrutura harmoniosa e frescura equilibrada.” (Dirceu) “Ótimo equilíbrio entre frescor, fruta e o robusto corpo, com taninos muito bem integrados.” (Maria Emília) Já Manuel Vieira considera que “a madeira de carvalho das barricas em que estagiou se encontra bem integrada e contribui positivamente para a estrutura e a persistência que o vinho demonstra na boca”. Maria Emília conclui: ”Um veludo com final longo e agradável.”

Este vinho é de excelente qualidade podendo ser apreciado sozinho ou acompanhando carnes de caça, bem elaboradas, carnes grelhadas ou com molho, queijos fortes, massas e risotos. “Já pelo nome somos transportados ao campo, à rusticidade charmosa de longas cavalgadas e fazendas centenárias.” comenta Maria Emília Atallah e que sugere a harmonização impecável com um cordeiro assado no fogo de chão, lentamente, combinando seus aromas animais e de lenha com a suculência da carne crepidando no fogo, perfeita para este vinho estruturado, com taninos robustos, mas finos. Em ocasiões mais "urbanas", podemos partir para carnes mal-passadas (carré de cordeiro em crosta de ervas, bife de chorizo, ancho), servidas com arroz carreteiro ou ragoût de lentilhas.

Vinícola Adega Cooperativa do Cartaxo

Enólogo Pedro Gil Franco

País Portugal

Região/Sub-região Tejo, Cartaxo

Fatos interessantes O vinhedo está implantado no melhor terroir da zona do bairro, na sub-região Cartaxo, numa parcela de inclinação ligeira e exposição a sul tornando possível as maturações ideais para a obtenção de um vinho intenso, complexo e de grande caráter. Foi lançado pela primeira vez em 2013 (colheita 2012) e logo recebeu o prêmio de excelência vinhos do Tejo, ou seja o melhor da região, fato que se repetiu por mais uma vez desde então. As colheitas seguintes também recebera prêmios nacionais e internacionais. É um vinho que tem estágio em barricas de carvalho português o que confere uma personalidade muito própria e invulgar.

Notas do enólogo Este vinho é dotado de grande capacidade gastronômica e acompanha bem pratos de carnes elaborados e bem condimentados. Se este vinho pudesse ser resumido em 3 palavras: intenso, genuíno e autêntico.

Castas Touriga Nacional (50%), Alicante Bouschet (50%)

Contribuição de cada casta para a personalidade do vinho A Touriga Nacional confere-lhe o seu lado mais complexo com misto de frutos silvestres e vermelhos e notas florais como violetas e ainda notas de mentol e eucalipto tornando-o muito fresco. A Alicante Bouschet dá-lhe corpo e estrutura reforçando a complexidade com notas de bagas silvestres e chocolate.

Idade média das videiras 12 anos

Tipo de viticultura Convencional

Área da propriedade 120 hectares

Área de vinhedos 40 hectares

Área do vinhedo específico 6 hectares

Rendimento 8.000 litros/hectare

Condições climáticas e seus feitos sobre a safra O período de maturação decorreu quente e seco durante o dia e nas últimas duas semanas antes da colheita com noites frescas e com alguma umidade matinal possibilitando uma maturação alcoólica e fenólica muito bem obtidas.

Data da colheita 27/09/2016 (Alicante Bouschet ) e 04/10/2016 (Touriga Nacional)

Tipo de colheita Mecânica

Horário da colheita Diurno

Fatores condicionantes Densidade de plantação, produtividade, condução em cordão duplo e poda curta.

Fatos vitícolas interessantes Os solos são argilo-calcários, a vinha tem 12 anos e está instalada a uma altitude média de 110 metros.

Métodos de vinificação Após controles de maturação na vinha, seguiu-se em adega uma vinificação clássica durante 6 dias com controle de temperaturas de fermentação e várias remontagens diárias com sangria e desencuba tardia, realização de fermentação maloláctica para estabilização biológica do vinho - o conjunto dos métodos utilizados possibilitaram a obtenção de um vinho intenso e complexo extremamente aromático com boa estrutura e persistência.

Fermentação malolática Sim

Amadurecimento Em tanques de aço inoxidável e barricas de carvalho francês (300 litros), de 2 e 3 anos de uso, de tosta média, por 12 meses e estágio em garrafa por 12 meses (engarrafado em 09/2018).

Volume 750ml

Potencial de guarda 10 anos

Vinho Tinto Casa Cadaval Vinhas Velhas 2016

Casa Cadaval Vinhas Velhas 2016

Portugal - Tejo

Único, Complexo e Elegante

  • Tinto

    13.5%

  • Trincadeira Preta

  • Borgonha

    17 a 18°C

Maria Emília Atallah não poupa palavras para descrever este vinho: “Um nariz altamente sedutor, com ataque de cerejas bem maduras e compota de morangos! Uma verdadeira caixa de especiarias contendo cravo, canela e gengibre ainda com notas de café e de cedro!” Dirceu Vianna Jr. considera o bouquet puro e atraente combinando aromas intensos de frutas negras, chocolate, ervas mediterrâneas e especiarias doces. Nuno Cancela de Abreu abrevia classificando-o como um vinho de aroma limpo, repleto de sugestões de frutos maduros. Manuel Vieira conclui esta viagem pelo perfil aromático do vinho descrevendo notas de frutos vermelhos e pretos, chocolate, especiarias e ligeiro vegetal que lhe dá frescor! Na boca “um vinho muito redondo, com frescor equilibrado, um convite certo a vários goles” sugere Maria Emília enquanto Dirceu reforça esta opinião ao sentenciar: “Uma boa concentração de fruta sustentada por uma estrutura sofisticada levando a um final de boca atraente, com bela complexidade que satisfaz e ajuda provocar o próximo gole!” Manuel Vieira chama a atenção para uma sofisticada componente ligeiramente vegetal que lhe dá frescor. Nuno considera os taninos firmes com a madeira bem integrada. Em jeito de resumo, Dirceu considera que este vinho tem um corpo médio, bastante maduro, frutado, suculento e vibrante!

Este vinho é de excelente qualidade podendo ser apreciado sozinho ou acompanhando carnes leves, queijo suaves, massas e risotos. Para Maria Emília Atallah: “Um vinho que abraça e que também pede pratos com esse mesmo espírito de cozinha caseira, confortável, idealmente a base de carnes. Quando cozidas em fogo lento, como um picadinho de avó ou até um tradicional barreado, caem super bem com o aconchego desse vinho. Algo mais contemporâneo, como carnes de caça, também funcionam lindamente. Molhos frutados são uma ótima ideia, como sobrecoxa de pato ao molho de framboesas, por exemplo.”

Vinícola Casa Cadaval

Enólogos Raquel Santos e Mário de Andrade

País Portugal

Região/Sub-região Tejo, Almeirim

Fatos interessantes Trata-se de um vinhedo de vinhas velhas ou “bush vines” sem irrigação (o que implica em uma baixa produção com alta concentração da fruta) e de solos arenosos (que realçam os aromas) provenientes do rio Tejo, uma expressão do terroir!

Notas dos enólogos De aroma complexo, percebe-se cassis, frutos vermelhos maduros e alguma especiaria com presença de notas de cedro e algum balsâmico. Harmoniza bem como carneiro assado, pratos de carne delicados e queijos. Se este vinho pudesse ser resumido em 3 palavras: único, complexo e elegante.

Casta 100% Trincadeira Preta

Contribuição da casta para a personalidade do vinho A Trincadeira Preta é uma casta que, quando bem maturada produz vinhos elegantes, aromas de fruta vermelha e por vezes compota e que evolui numa excelente complexidade. A Casa Cadaval está implantada em solos de areia, chamadas de areias gordas, onde esta casta se adapta muito bem.

Idade média das videiras 70 anos

Tipo de viticultura Sustentável

Área da propriedade 5 hectares

Área de vinhedos 45 hectares

Área do vinhedo específico 2,5 hectares

Rendimento 1.800 litros/hectare

Condições climáticas e seus feitos sobre a safra Ano quente e seco, com boa amplitude térmica, maturação equilibrada, que contribuiram para a presença de aromas elegantes de fruta mais madura.

Data da colheita 25/08/2016

Tipo de colheita Manual

Horário da colheita Diurno

Fatores condicionantes Para preservar a identidade da casta, após a colheita manual, a fermentação decorre em lagares com temperatura controlada e seguido para um estágio em barricas de carvalho francês de 500 litros de 2o ano.

Fatos vitícolas interessantes Os solos arenosos que em profundidade apresentam alguma argila, permitem ter água em anos mais secos. Sendo uma vinha arbusto, a poda é feita de maneira seletiva, planta a planta. O rendimento é bastante baixo (2 ton/ha) por ser uma vinha velha e de sequeiro, numa zona de clima quente e seco.

Métodos de vinificação Fermentação em lagares com temperatura controlada por cerca de 2 semanas.

Amadurecimento Em barricas de carvalho francês (500 litros), de 2o ano de uso, de tosta média, por 12 meses e estágio em garrafas por 12 meses (engarrafado em 08/2018).

Fermentação malolática Sim, sem adição de bactérias.

Volume 750ml

Potencial de guarda 10 anos

VINHO TINTO PORTUGUES GANDARADA RESERVA 2017

Gandarada Reserva 2017

Portugal - Dão

Completo, Suave e Gastronômico

  • Tinto

    13%

  • Alfrocheiro, Tinta Roriz, Touriga Nacional

  • Borgonha

    16 a 18°C

Quem já visitou a região do Dão vai logo reconhecer aqui o terroir, assevera Maria Emilia Atallah e explica: “Um nariz que remete às florestas de eucaliptos que circundam os vinhedos e toques mentolados, são a primeira impressão. Seguem-se frutos vermelhos maduros e especiarias. Na boca, os aromas confirmam-se, mas de forma mais intensa. Taninos muito aveludados, mas bem presentes, essenciais como esqueleto do vinho.” Dirceu Vianna Jr. considera o vinho um excepcional exemplo do que a região do Dão é capaz: “Um vinho que combina estrutura e elegância suprema. A cor é opaca com tons rubi jovens e vibrantes. No nariz oferece notas de amoras silvestres, violeta e terra molhada. Na boca é um vinho redondo, frutado, suculento, com taninos sofisticados e muito bem casados, juntamente com delicioso frescor típico dos grandes vinhos dessa região. Sedoso, puro, com muita classe e persistência no final de boca.” E para terminar Manuel Vieira foi conciso, ao definir o aroma do vinho como muito floral, com suaves notas de violeta e uma boca limpa e elegante, reforçando ainda mais as notas florais sentidas no nariz: “Um vinho em que a elegância do Dão está no seu máximo expoente!”

Este vinho é de excelente qualidade podendo ser apreciado sozinho ou acompanhando carnes grelhadas, carnes em molhos, peixes mais fortes e massas. Para Maria Emilia Atallah, carnes com molhos e receitas mais ricas em ingredientes e ervas são boas pedidas. Picadinho, strogonoff, carne de panela: receitas desse tipo tendem a ganhar com esse vinho mais estruturado e perfumado.

Vinícola Boas Quintas

Enólogo Nuno Cancela de Abreu

País Portugal

Região Dão

Fatos interessantes A família Cancela de Abreu produz vinho na Quinta da Gandarada há quatro gerações com a personalidade e a elegância dos grandes vinhos do Dão. O enólogo Nuno Cancela de Abreu herdou a responsabilidade de respeitar o legado dos seus avós.

Notas do enólogo De cor rubi carregado, aroma de frutos vermelhos maduros, ligeiro tabaco e café (moca), vinho encorpado com taninos suaves, confirma a fruta encontrada no aroma, uma agradável sensação de frescura e um ligeiro toque a madeira, final de boca complexo, suave e agradável. Sugestões para acompanhar: carnes grelhadas com molhos ou com ervas, strogonoff. Se este vinho pudesse ser resumido em 3 palavras: completo, suave e gastronômico.

Castas 60% Touriga Nacional, 20% Alfrocheiro, 20% Tinta Roriz

Contribuição de cada casta para a personalidade do vinho A Touriga Nacional a cor intensa, aromas de violeta e frutos pretos bem maduros, taninos macios mas volumosos. O Alfrocheiro os aromas florais e frutos vermelhos mais frescos e a Tinta Roriz os aromas de feno e frutos vermelhos, taninos mais robustos que dão volume ao vinho.

Idade média das videiras 30 anos

Tipo de viticultura Sustentável

Área da propriedade 12 hectares

Área de vinhedos 10 hectares

Área do vinhedo específico 10 hectares (single vineyard) Rendimento 6.000 litros/hectare

Condições climáticas e seus feitos sobre a safra Em 2017 o inverno foi moderadamente chuvoso e a primavera seca, sem chuvas. O baixo teor de humidade do ar evitou os ataques de fungos facilitando o controle das doenças. As condições climáticas no verão com temperaturas altas e a ausência de precipitação incentivaram a maturação das uvas com excelentes condições. A amplitude térmica importante que se observou entre a noite e o dia foi particularmente favorável á síntese de precursores de aromas.

Data da colheita 12/09/2017

Tipo de colheita Manual

Horário da colheita Diurno

Fatores condicionantes Controlar a maturação das diferentes castas e só vindimar quando estão no ponto certo tirando partido de cada uma delas segundo o sua contribuição para o vinho final.

Fatos vitícolas interessantes No final do século XIX, o Rei D. Manuel II passou pelas terras de Mortágua tendo ficado hospedado na casa de João Tavares Festas, bisavô de Nuno Cancela de Abreu, que hoje representa a 4a geração na família a produzir vinho na região do Dão. O Rei, grande apreciador da natureza e pescador nato, acompanhou o seu anfitrião na pesca de trutas na ribeira de Mortágua. Reza a história que foi nessa ocasião que Sua Majestade aconselhou João Tavares Festas a plantar vinha e produzir vinho para exportar para o Brasil, país com grande potencial de consumo de vinho português. Depois desta conversa foram plantadas vinhas e produzidos vinhos que vieram a ser exportados para o Brasil.

Métodos de vinificação Controle rigoroso da maturação das uvas, colheita manual e transporte rápido para a adega. Contato pelicular de 2 dias a frio, fermentação entre 23 e 24oC com remontagens suaves. Como o clima não permite uma boa maturação das grainhas no primeiro dia de fermentação fazemos uma delestage e retiramos todas as grainhas evitando assim a passagem dos taninos adstringentes e amargos nelas existentes. Após a fermentação maloláctica (em cubas de inox) e o inverno, o vinho encontra-se em condições para o início do estágio em madeira.

Fermentação malolática Sim, sem adição de bactérias

Amadurecimento Em barricas de carvalho americano (Bordeaux - 225 litros), novos e de 1 ano de uso, de tosta média, por 9 meses e estágio em garrafa 3 meses (engarrafado em 25/06/2020).

Volume 750ml

Potencial de guarda 7 anos